”Tenho vertigens !
Eu é que me afasto , não és tu que me afastas
As escadas são infinitas como as vezes que não me abraças
Eu subo degrau a degrau a imaginar-te ,
A dizer-me o que não te disse pelas vezes que não falaste
O quanto tu me perguntaste , sem nunca me perguntares
Todas as respostas que me deste ao duvidares
Todas as questões que colocaste ao confiares , enfim
O quanto te iludias por desconfiares de mim.”
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